Dicas da neurociência e da filosofia para encontrarmos a Felicidade
Por: Kátia Armini/Contrastes
Descubra sua missão:

Você já deve ter se perguntado porque tanta gente famosa se suicida ou tem uma vida miserável do ponto de vista emocional. Quantas vezes eu me fiz esta pergunta? Muitas, confesso. Fui buscar respostas. Descobri que são muitas as variáveis mas, aquelas que podemos controlar estão à distância do autoconhecimento e da decisão acertada como por exemplo:
Quando você descobre uma atividade que te dá prazer, você está colaborando com o universo. O trabalho pode sim ser feliz. O professor Cloves de Barros disse uma frase que me emocionou: “OU O TRABALHO É FELIZ OU É INDEVIDO”
Não adianta sermos, se não sabemos o que somos, disse a professora Lúcia Galvão ao interpretar Kalil Gibran.Existir exige que você tenha confiança sobre o que você é, senão você não existe, apenas sobrevive.
Felicidade acima da sobrevivência:
Quem é você? Qual a sua missão nesse universo?A neurociência nos afirma que nós, seres humanos viemos programados de fábrica, com duas funções primordiais: a sobrevivência e a felicidade.Sendo que a felicidade tem proeminência sobre a sobrevivência, ou seja, ser feliz é mais importante que sobreviver.
A afirmação acima então, pode ser uma das justificativas para o suicídio pois ser feliz é mais importante que ter sucesso, por exemplo. Quantas pessoas de sucesso você conhece cujo final foi o suicídio: Kurt Cobain, Robin Williams, Marilyn Morow, Whitney Houston. Todas extremamente talentosas e infelizes. Possivelmente na área certa mas atuando da forma errada. Já parou para pensar nisso?
Pistas rumo à felicidade:
A mesma neurociência e também estudos na área de psicologia nos mostram caminhos da felicidade. Estes caminhos nos apontam para Deus, família e trabalho.
E como estamos falando de trabalho neste post, o atalho que podemos pegar e que faz com que durmamos mais felizes é o do serviço bem realizado. A ciência afirma que quando executamos nossas tarefas com criatividade e utilizando todo nosso zelo e potencial. quando prestamos atenção aos detalhes e não nos conformamos com o bom e procuramos o ótimo, no final de tudo, seremos felizes, nos agradaremos das obras de nossas mãos e Deus também.
Quem é você? Qual a sua missão nesse universo? Que atividade você começa e não quer mais parar? Praticar algum esporte? Ensinar? Aprender? Escrever? Empreender? Administrar? Vender? Se conheça. Ou o trabalho é feliz ou é indevido.
Felicidade antipopular:
Existem missões que estão fora dos holofotes e algumas são antipopulares. Eu, por exemplo, gosto de servir. Por conta de coincidir de eu trabalhar em um grande veículo de comunicação, é normal eu ser criticada quando faço um serviço aparentemente subalterno como, por exemplo, servir um cafezinho. Gosto de fazer as pessoas felizes. Por isso, quase todo trabalho me faz feliz. Basta que eu consiga ver a felicidade de outra pessoa com o serviço realizado para que eu também me senta realizada. A princípio, quem não está abituado ou comigo, acha estranho.
O exemplo de Marilyn Morow:
Eu gosto do exemplo da Marilyn Morow. O diário dela foi publicado e dentro dele tem um trecho que fala: “As pessoas não gostam de mim, elas gostam do personagem criado pela indústria. As pessoas nem me conhecem, como poderiam gostar de mim. Nem eu mesmo me conheço, como posso gostar de mim? A Lôra Burra do cinema, a sex appeal de várias gerações, imitada até hoje por diversas divas, na verdade tinha alma de filósofa. Ela representava um personagem totalmente diferente de sua verdadeira essência. Que vida triste.
Quem é você? Qual a sua missão nesse universo?O que te faz feliz? Descubra a sua verdadeira identidade, seu verdadeiro rosto.
Como disse Clarisse lispector em uma poesia : Acho que se eu fosse realmente eu, os amigos não me cumprimentariam na rua, porque até minha fisionomia teria mudado.
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