Verão: El Niño diminui volume habitual de chuvas na Bahia; No Extremo Sul , volumes de chuva mais altos somente entre fevereiro e março

O verão começou hoje no Brasil, marcando o início de uma estação que promete temperaturas mais altas que o normal em toda a Bahia, especialmente no centro-leste do estado. A Climatempo, empresa brasileira de meteorologia, destaca que há uma “maior propensão a extremos de calor no interior da região entre janeiro e fevereiro, com chuvas abaixo da média em janeiro”.
A previsão indica que as temperaturas podem atingir níveis mais elevados do que o habitual, exigindo atenção especial para a saúde e bem-estar da população. O aumento do calor, combinado com chuvas abaixo da média, pode resultar em condições secas e contribuir para o agravamento da situação de seca em algumas áreas.
Culpa do el Niño:
Durante o período de janeiro e fevereiro, a Climatempo alerta para a possibilidade de chuvas abaixo da média. Essa condição pode impactar diretamente a disponibilidade de água, afetando não apenas a agricultura, mas também o abastecimento urbano.
A situação atípica acontece, de acordo com a Climatempo, devido a presença do El Niño que contribui para a maior propensão a extremos de calor no nodeste e no norte do Brasil e diminuição do volume de chuvas.
Entre fevereiro e março, há a expectativa de um aumento nas chuvas em todas as áreas, com destaque para o interior da Bahia. No entanto, os volumes de chuva devem permanecer abaixo da média.
No Extremo Sul:
A empresa de meteorologia também destaca que corredores de umidade podem provocar volumes de chuva mais altos entre o oeste e sul da Bahia entre fevereiro e o início de março. Entretanto, alerta para a possibilidade de bloqueios atmosféricos atuarem sobre o leste do país, interrompendo as chuvas e contribuindo para um aumento nas temperaturas.
Efeitos do El Niño do Brasil:
Efeitos do El Niño no Brasil?
Os impactos do El Niño no Brasil são bastante variados, haja vista que o território brasileiro possui dimensões continentais e, portanto, uma elevada diversidade climática. Em algumas áreas, o El Niño produz secas extremas; em outras, ele apenas eleva as temperaturas, ao passo em que chuvas torrenciais acometem determinadas regiões.
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