Contrastes
Kátia Armini
A missão da locutora e apresentadora, Kátia Armini é de emitir notas curtas e interpretar fatos recentes mantendo nosso leitor bem informado.

Nos meandros políticos de Teixeira de Freitas, a sombra da incerteza paira sobre o prefeito, cuja estratégia parece ser mais uma sinuca de bico do que uma jogada inteligente. Há um clima de traição pairando no ar. Ao que parece, as recentes ações do gestor têm contribuído para fomentar um clima de instabilidade e insegurança, fazendo com que aliados possam virar-se contra ele no decorrer do processo. Escuta-se que o prefeito está num processo de tornar aliados em “aliados” (entre aspas). Será um tiro no próprio pé ou há uma estratégia? É difícil acreditar que alguém que passou em uma faculdade de medicina olhe com tanto desprezo a inteligência dos que o cercam. A periferia, por sua vez, sofre as sequelas de uma saúde doente e os profissionais da área amargam falta de condições de trabalho. Será que os sorrisos largos nas mídias sociais vão apagar a dor dos sem saúde e de seus familiares? Vereadores, quase sempre discretos em suas manifestações de desagrado, já se mostram desmotivados pela presença de “panelinhas” na prefeitura. Enquanto isso, opositores, mais ágeis, ganham terreno porta a porta, aproveitando-se da insatisfação generalizada. Em uma eleição onde não há espaço para fraqueza, será que discursos comprados podem mascarar a arrogância que permeia os corredores do poder? A saúde, outrora bandeira do prefeito, agora se torna uma espada de dois gumes, capaz tanto de elevar quanto de derrubar.
Seria a morte da jovem Thainá, só mais uma gota dagua nesta bacia que está prestes a entornar?
Que time de candidatos temos, não é mesmo? De um lado, figuras hiper carismáticas como Uldurico Júnior e Léo Brito, vindos de famílias influentes na política. Por outro, aqueles que, mesmo sem exibir tanto carisma, conquistaram vitórias sólidas com trabalho consistente, como é o caso do atual prefeito Marcelo Belitardo. Temos também o candidato Eujácio Dantas, com um histórico significativo como gestor, tanto na iniciativa privada quanto na pública pela Secretária de Saúde.
E não podemos esquecer do Tenente Coronel França, uma referência, em todos os sentidos, em sua área de atuação e que hoje representa a direita em nosso município. A escolha não será fácil, galera! Todos esses candidatos têm muito a oferecer, desde experiência até carisma e representatividade.
Difícil de escolher, muito difícil pois as figuras hiper carismáticas do início não são só conversa e sorrisos, têm também muita história para contar e muitos feitos para mostrar. Então, vamos ter humildade porque o mar não está para peixe e a briga é entre tubarões!!!
Parabéns e boa sorte a todos e que vença o melhor para Teixeira!!!
Por: Kátia Armini/Contrastes

O presidente francês, Emmanuel Macron: Foto: EFE/EPA/GIAN EHRENZELLER
Tive acesso a uma reportagem detalhando que o Fórum de Davos, nada mais é que um prostíbulo “a céu aberto”. Esperamos que não, mas se o colunista do jornal gazetadopovo, John Lucas e suas fontes, entre elas o jornal britânico The Times, forem dignas de credibilidade, a situação é de dar ânsia de vômito. Não questiono aqui a prostituição que é uma prerrogativa pessoal. O que questiono é a promiscuidade com o dinheiro do contribuinte, extraído, em sua maioria de pessoas carentes cuja a renda mensal não consegue suprir suas necessidades mais básicas de sobrevivência. Questiono também a intensidade com que os temas serão abordados e, se em meio a tanta orgia, haverá real interesse para discutir coisa séria.
Qual a sinceridade destes chefes de estado?
Para quem não sabe, o Fórum Econômico Mundial de Davos, oficialmente, acontece visando reunir as mentes mais influentes do mundo para discutir desafios globais. No entanto o fórum parece encontrar-se em uma encruzilhada entre sua missão declarada e as práticas que se desdobram nos bastidores. As revelações sobre a procura crescente por serviços de acompanhantes durante o evento lançam luz sobre uma dualidade desconfortável.
John Lucas cita como fontes o portal de notícias suíço 20 minuten, o site independente canadense True North, e citou uma investigação feita pelo renomado jornal britânico The Times e o também britânico Daily Mail.
O mais deprimente é que a ausência de esposas é mencionada como justificativa para a demanda de serviços de prostituição.
Crueldade:
A promiscuidade durante um evento sério, voltado para reflexões que impactariam o mundo todo, coloca em xeque a seriedade do Fórum e questiona se as atividades paralelas não estariam ofuscando a busca por soluções reais.
A história da gerente de um serviço de acompanhantes em Argóvia, a 170 quilômetros de Davos, ressalta a dimensão geográfica dessa procura. A prática de alguns clientes reservarem serviços para si e seus funcionários, muitas vezes em festas realizadas em suítes de hotéis caros, destaca uma certa desvirtuação do propósito original do evento.
O depoimento de Mia May, uma acompanhante presente em Davos, sugere uma transação comercial onde a privacidade é mais valorizada que o custo dos serviços. O fato de as reservas durarem entre 4 e 12 horas e custarem milhares de francos suíços levanta questionamentos sobre os verdadeiros interesses por trás desses encontros.
A segurança garantida e protocolos específicos em caso de emergência, como mencionado por May, apontam para a existência de uma infraestrutura paralela que opera nas sombras do evento, distanciando-se das preocupações éticas e legais.
A revelação de que influentes e poderosos em seus países estão entre os clientes não apenas enfatiza a influência desmedida desses participantes, mas também levanta questões sobre a integridade do FEM. A denúncia de uma acompanhante, forçada a ter relações sexuais em um hotel exclusivo para convidados do evento, revela uma realidade perturbadora que contradiz os discursos de confiança e integridade proclamados no Fórum.
Contrastes:
Em última análise, a dualidade entre os debates globais e as atividades paralelas de prostituição em Davos desafia a integridade e a seriedade do Fórum Econômico Mundial. A questão permanece: estariam essas práticas prejudicando a busca por soluções eficazes ou, de alguma forma, revelam a verdadeira natureza do evento?
Por: Kátia Armini

Nenhuma palavra pode aliviar a dor da moça que foi vítima de um estupro coletivo na véspera do Natal, na Bahia. Nenhuma pessoa merece enfrentar tamanho horror.
O estupro coletivo não apenas viola o corpo, mas deixa cicatrizes profundas na alma da vítima. As consequências emocionais são devastadoras, impactando a saúde mental, a autoestima e a confiança. Além disso, as vítimas enfrentam uma segunda agressão tão letal quanto o próprio estupro. Elas enfrentam a desconfiança, o preconceito, os olhares de repulsa… e é claro que se sentem intimidadas diante da difícil jornada em busca por justiça.
É muito importante que a sociedade reconheça essas implicações e trabalhe para oferecer apoio, empatia e os recursos necessários para ajudar na reconstrução das vidas das vítimas desse terrível crime.
Fica aqui minha indignação e profunda tristeza.

Qual a diferença entre pessoas treinadas para morrer como Homem bomba em ataques terrorista e pessoas treinadas a engolir drogas para o tráfico internacional?
Há muitas diferenças e algumas similaridades, mas, uma destas similaridades nos chama a atenção: Àqueles que estão envolvidos nesse tipo de atividade exploradora estão, de fato, contribuindo para a destruição de vidas, não apenas dos envolvidos
Estamos trazendo este assunto à tona porque a polícia de São Paulo encontrou, em uma casa, 33 pessoas sendo treinadas para engolir drogas para tráfico internacional. Tal recrutamento é uma prática absolutamente repugnante e desumana.
Eu te convido a usar uma técnica de aprendizado usada nos Estados Unidos. Se chama ABP. Ela trabalha como se fosse o estudo de um caso, onde os alunos são convidados a buscar a verdade, saindo da superficialidade do problema.
Eu te pergunto: o que está fazendo casos tão bárbaros como estes ficarem cada vez mais comuns? Será que é a falta de dinheiro ou uma degradação moral crescente? Se for a falta de dinheiro o que podemos então dizer dos programas sociais tão comuns hoje mas que antes não existiam? Não fazem efeito? Se o problema for de cunho moral, de onde está vindo esta disposição para o crime?
Ouse pensar. Marque um horário consigo mesmo e passe a meditar e, não se assuste se esta prática mudar suas convicções.
Com relação a pergunta feita em nossa introdução: A diferença está, apenas, na motivação de ambos os grupos pois o treinamento para engolir drogas expõe as vítimas a perigos mortais assim como acontece como os homens-bomba. Em ambos os casos a tática é desumana e coloca em risco a saúde física e mental dos envolvidos, sujeitando-os a condições extremamente perigosas e traumáticas.

Por: Kátia Armini/De perto ninguém é normal
De perto, ninguém é normal, e é por isso que é tão fácil gostar das pessoas que estão distantes e muito difícil aturar aquelas com quem convivemos diariamente.
Assim como também é muito fácil gostar das vidas editadas nas redes sociais ou nos programas de rádio, TV, filmes, séries e novelas. Um artista diz uma frase de efeito e você já acredita que ele é uma boa pessoa. A partir daí, você perdeu sua capacidade de avaliação porque se auto hipnotizou para viver, pensar e reagir a essa fantasia.
É muito perigoso tentar acordar as pessoas da hipnose coletiva, como tão bem descreveu Platão no Mito da Caverna do livro A República, tendo como inspiração o filósofo Sócrates. Para quem se acostumou às sombras, enxergar a verdade é muito doloroso, pois exige humildade para assumir o erro.
Observamos que quem mais precisa de conhecimento é aquele que renega essa necessidade. Aquele que mais precisa de instrução é quem NÃO vai querer se instruir.
Acho que todos nós já fomos assim, mas a boa notícia é que, para a maioria de nós, um dia essa chave vira, e percebemos quanto mico pagamos por conta de nossa arrogância.
Como essa chave vira? Educação. O conhecimento da verdade liberta em todos os sentidos. Uma vez ouvi o pastor Emmanuel Avelar da Igreja Batista Calvário dizendo: “Não deixe a dor ser o seu profeta”. Com isso, ele queria que aprendêssemos sem precisar sofrer. Infelizmente, no entanto, na maioria das vezes, muitos de nós só aprendemos quando somos lançados numa adversidade que nos obriga a avaliar nossos conceitos e derrubar preconceitos enraizados.
Quando nos deparamos com nossa ignorância e olhamos para nosso entorno sem o artifício das sombras, tudo ao nosso redor ganha nitidez. Parece bonito, mas não é, pois quando estamos no escuro e nos deparamos com a luz, nossos olhos sentem o impacto e nossa primeira reação é fechá-los.
Adaptar-se à luz exige muito de nós, assim como a pessoa moída pelo conhecimento terá noção de sua própria ignorância.
Quando Sócrates disse a frase, “SÓ SEI QUE NADA SEI”, ele não estava querendo parecer humilde para os demais. Isso não seria humildade, e sim hipocrisia. Quando o homem que dividiu a filosofia entre antes e depois dele disse “Só sei que nada sei”, ele estava apenas constatando um fato.
Não sabemos de muita coisa. Quanto mais estudamos, mais percebemos o quanto ainda não dominamos o conhecimento. Quanto mais livros lemos, mais evidente fica para nós quantos outros ainda faltam ler. É FENOMENAL!
Por isso, aprenda a amar as pessoas imperfeitas ao seu redor, pois a aparente superioridade daqueles que estão distantes é apenas uma fantasia.
Por: Kátia Armini/Contrastes
Descubra sua missão:

Você já deve ter se perguntado porque tanta gente famosa se suicida ou tem uma vida miserável do ponto de vista emocional. Quantas vezes eu me fiz esta pergunta? Muitas, confesso. Fui buscar respostas. Descobri que são muitas as variáveis mas, aquelas que podemos controlar estão à distância do autoconhecimento e da decisão acertada como por exemplo:
Quando você descobre uma atividade que te dá prazer, você está colaborando com o universo. O trabalho pode sim ser feliz. O professor Cloves de Barros disse uma frase que me emocionou: “OU O TRABALHO É FELIZ OU É INDEVIDO”
Não adianta sermos, se não sabemos o que somos, disse a professora Lúcia Galvão ao interpretar Kalil Gibran.Existir exige que você tenha confiança sobre o que você é, senão você não existe, apenas sobrevive.
Felicidade acima da sobrevivência:
Quem é você? Qual a sua missão nesse universo?A neurociência nos afirma que nós, seres humanos viemos programados de fábrica, com duas funções primordiais: a sobrevivência e a felicidade.Sendo que a felicidade tem proeminência sobre a sobrevivência, ou seja, ser feliz é mais importante que sobreviver.
A afirmação acima então, pode ser uma das justificativas para o suicídio pois ser feliz é mais importante que ter sucesso, por exemplo. Quantas pessoas de sucesso você conhece cujo final foi o suicídio: Kurt Cobain, Robin Williams, Marilyn Morow, Whitney Houston. Todas extremamente talentosas e infelizes. Possivelmente na área certa mas atuando da forma errada. Já parou para pensar nisso?
Pistas rumo à felicidade:
A mesma neurociência e também estudos na área de psicologia nos mostram caminhos da felicidade. Estes caminhos nos apontam para Deus, família e trabalho.
E como estamos falando de trabalho neste post, o atalho que podemos pegar e que faz com que durmamos mais felizes é o do serviço bem realizado. A ciência afirma que quando executamos nossas tarefas com criatividade e utilizando todo nosso zelo e potencial. quando prestamos atenção aos detalhes e não nos conformamos com o bom e procuramos o ótimo, no final de tudo, seremos felizes, nos agradaremos das obras de nossas mãos e Deus também.
Quem é você? Qual a sua missão nesse universo? Que atividade você começa e não quer mais parar? Praticar algum esporte? Ensinar? Aprender? Escrever? Empreender? Administrar? Vender? Se conheça. Ou o trabalho é feliz ou é indevido.
Felicidade antipopular:
Existem missões que estão fora dos holofotes e algumas são antipopulares. Eu, por exemplo, gosto de servir. Por conta de coincidir de eu trabalhar em um grande veículo de comunicação, é normal eu ser criticada quando faço um serviço aparentemente subalterno como, por exemplo, servir um cafezinho. Gosto de fazer as pessoas felizes. Por isso, quase todo trabalho me faz feliz. Basta que eu consiga ver a felicidade de outra pessoa com o serviço realizado para que eu também me senta realizada. A princípio, quem não está abituado ou comigo, acha estranho.
O exemplo de Marilyn Morow:
Eu gosto do exemplo da Marilyn Morow. O diário dela foi publicado e dentro dele tem um trecho que fala: “As pessoas não gostam de mim, elas gostam do personagem criado pela indústria. As pessoas nem me conhecem, como poderiam gostar de mim. Nem eu mesmo me conheço, como posso gostar de mim? A Lôra Burra do cinema, a sex appeal de várias gerações, imitada até hoje por diversas divas, na verdade tinha alma de filósofa. Ela representava um personagem totalmente diferente de sua verdadeira essência. Que vida triste.
Quem é você? Qual a sua missão nesse universo?O que te faz feliz? Descubra a sua verdadeira identidade, seu verdadeiro rosto.
Como disse Clarisse lispector em uma poesia : Acho que se eu fosse realmente eu, os amigos não me cumprimentariam na rua, porque até minha fisionomia teria mudado.
Por: Kátia Armini/Contrastes

Olá caro leitor do AGAZETATX!
Hoje vamos falar sobre o intrigante mundo das vendas, um território repleto de desafios e oportunidades. Já perdi a conta das vezes em que cometi deslizes que me fizeram perder preciosas vendas, mas aprendi com cada um deles.
No Brasil, não existe uma faculdade de vendas, o que nos leva a investir em palestras e workshops que, embora valiosos, muitas vezes não conseguem reproduzir a experiência prática e a adrenalina de uma venda no campo. Portanto, a maioria dos vendedores parte para o campo munida apenas da “cara e coragem”. Uma salva de palmas para esses verdadeiros guerreiros!
Vamos compartilhar algumas lições que pude adquirir ao longo dessa jornada.
Profissionalismo: A Arte de Encantar sem Enrolação
Manter uma postura profissional é como vestir a camisa da empresa, e acredite, não estamos falando de uniformes fashion. Comentários pessoais podem ser como um desafinado na sinfonia do profissionalismo.
Para ilustrar, lembro-me de um episódio em uma grande empresa de moda. Nós, funcionários, estávamos descontraídos até que uma cliente, inadvertidamente, achou que estávamos rindo dela. Foi um momento triste, mas valiosa lição. Afinal, a cliente se posicionou e saiu magoada. Com o tempo passei a observar que isso acontece sempre nas empresas mas a maioria dos clientes sai magoado sem falar nada.
Já nas vendas externas, chegar como um furacão não é lá a melhor tática. Seja modesto sempre, guarde seus comentários e palpites para você mesmo (a). Exponha seu produto com sinceridade, modéstia e um toque de respeito aos concorrentes. O sucesso é garantido!
Construindo Confiança: O Superpoder dos Vendedores
Confiança é a base de qualquer relacionamento, inclusive nas vendas. Ao agir com discrição, você constrói uma reputação de confiança que vale mais do que ouro.
Imagine-se vendendo produtos para supermercados. Um comentário sobre a concorrência surge e você se envolve na conversa. O cliente perceberá que você não é alguém em quem se pode confiar. Lembre-se: quando Paulo fala de Pedro, é Paulo quem sai em evidência. Fofocas não combinam com credibilidade!
Quando Empresários São Seu Alvo: A Caixa de Pandora das Opiniões
Nunca, sob hipótese alguma, emita opiniões sobre a vida alheia, seja sobre a empresa, filhos, esposa ou a última novela das 9. Guarde seu palpite para as eleições do próximo ano! Emitir opiniões sobre a vida alheia é como tentar pescar com um guarda-chuva. Ineficaz e, no mínimo, estranho.
Se a funcionária de A tem um look duvidoso ou a esposa de B não teve um dia muito amigável, não critique! Lembre-se da máxima de Sun Tzu: “Para cercar algo, é necessário deixar uma saída”. Você tem o poder de transformar a situação. Inclusive no Livro a Brumas de Avalon e posteriormente em livros voltados para o Desenvolvimento humano e PNL podemos inferir que, se você parar de ver defeitos na pessoa e se apegar a suas virtudes, essa sua disposição vai converter a situação. Nós gostamos de quem gosta de gente, então, você como vendedor ou vendedora terá que amar primeiro.
Não perca clientes!
Foco nos Produtos/Serviços: O Show Deve Continuar!
O cliente quer saber sobre o que você está oferecendo, não sobre a última receita de bolo que você testou em casa. Mantenha a conversa centrada no que realmente importa e todos sairão ganhando.
Espero que essas dicas tenham sido úteis e que possam trazer mais sucesso às suas empreitadas de vendas. Lembre-se, o sorriso é o seu melhor aliado no campo de batalha das vendas! Divirta-se e venda com paixão!
Por: Kátia Armini/Contrastes

Acompanho o trabalho de França desde quando ele era tenente e eu repórter de TV. Na época percebi que é diligente no exercício do dever e corajoso. Lembro de um dia em que ele foi acionado e estava de folga: se infiltrou no tiroteio, de short, camiseta e colete à prova de bala. Eu e Cláudio França, (Ups, dois França – o outro é cinegrafista) meu fiel escudeiro (Ou será que eu sou a escudeira dele, não sei), estávamos lá para cobrir o fato. Lá estava França o então tenente, sempre com cara de brabo em um cenário de faroeste, circulando entre os zum, zum , zum das balas de ambos os lados!
Pensei: “Esse cara leva o exercício da profissão a sério”
DEPOIS DE MAIS DE DUAS DÉCADAS…
Recentemente vi um corte da entrevista dele com Edvaldo Alves, ostentando a pré-candidatura a prefeito de Teixeira de Freitas. Novamente refleti e cheguei a conclusão, “Tiro no pé”. Uma coisa é o que você fala, outra é o que a imprensa entende.
Ao contrário do que a direita, direita pensa (existe aquela direita que é mais não é), uma coisa é o que você fala outra é o que interessa falar e como se deve falar para converter os corações. A entrevista foi excelente para meia dúzia de formadores de opinião e até foi legal para boa parte do povo, mas…ela vai ser esvaziada pelo posicionamento da imprensa que interpretou, nas entrelinhas, que não será, devidamente, contemplada.
A direita tem este problema, não entendeu que antes de ganhar a guerra é preciso vencer a batalha cultural, e esta, não se vence sem os sofistas. Eles foram utilizados desde muito antes de Cristo e continuam usando o efeito manada, hoje em dia desencadeado através da mídia, como estratégia de conversão em massa.
Não dá pra derrotar narrativas sem narrativa!